22 de fevereiro de 2011

Esta emoção é doce e nova, e não sei porquê; não a busquei. Todo esse silêncio que tomou conta de mim nos últimos dias, não permite que eu descubra nada, mas me faz acreditar que o que sinto, são sinais de qualquer coisa. Me sinto capaz de entender suas meias palavras, suas perguntas curiosas, suas respostas vagas, até mesmo seu sorriso. Admito que, todas as manhãs, ao despertar, seu nome é tudo o que me vem à cabeça. Minha mente ainda consegue ouvir a sua voz, e me faz estremecer.
Iandra Martins.

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